Maracatujaba | Projeto Social pela Univasf

Maracatujaba | Projeto Social pela UnivasfMicrometragens feitos a partir de dispositivos alternativos com produtores estreantes

 

O “Grupo Folclórico Maracatujaba” de Pernambuco entrou na segunda etapa do projeto Pibid desenvolvido pela Universidade do Vale do São Francisco em parceria com o jornalista e cineasta Wllyssys Wolfgang. Alunos de escolas municipais no sertão pernambucano recebiam os profissionais para aprenderem técnicas audiovisuais e participarem como personagens, revelando a identidade de forma mais íntima da comunidade. O resultado saltava aos olhos em cores vibrantes e sorrisos largos dos estudantes.

 

SOBRE O PROJETO

Esse projeto tinha o desafio de ensinar a linguagem audiovisual utilizando dispositivos alternativos, tais como câmeras de celular, digitais domésticas, handcam, tablet etc. Depois utilizando softwares para a edição e, finalmente exibindo o resultado nas próprias comunidades.

O projeto percorreu comunidades quilombolas, ribeirinhos do Rio São Francisco, sertão pernambucano e baiano, escolas públicas municipais, grupos folclóricos etc. Ao final, conseguimos produzir 58 micrometragens utilizando apenas o material que encontrávamos nas comunidades, nas escolas, nos grupos.

Além de criar agentes multiplicadores da poderosa ferramenta audiovisual, as comunidades que foram registradas passaram a se enxergar dentro de produtos audiovisuais. A coordenadora e idealizadora do projeto foi a prof. dra. Manuela Lins. O jornalista e cineasta Wllyssys Wolfgang ministrou e orientou a produção dos micrometragens nas comunidades durante dois anos.

A Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) era a mantenedora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência cedida aos alunos bolsistas do curso de Artes Visuais que visitavam as comunidades elaborando as produções, orientando os moradores e aplicando as teorias de docência em comunidades carentes do sertão baiano e pernambucano.

 

 

 

Sem considerar o impacto social e a eternização das memórias em forma do audiovisual, as exibições nas comunidades e o envolvimento dos alunos da universidade, estima-se que cerca de 300 pessoas foram beneficiadas com as ações, que colhem frutos até hoje, vide os micrometragens usados pelas comunidades participantes.